VSR atualiza sobre chegada do impedimento semiautomático no Brasil

Buscando aumentar a dinâmica do futebol, a Fifa  inseriu uma nova regra no esporte: o impedimento semi-automático. A marcação foi utilizada na última Copa do Mundo, e evitou as linhas manuais das cores azul e vermelha, que indicavam se o jogador estava ou não em posição irregular. 

Como não é surpresa no Brasil, as arbitragens são fortemente criticadas a cada rodada, seja com erros de maior ou menor gravidade. Diante disso, abre uma janela para questionar se o futebol brasileiro irá adotar o novo sistema ou não.

A informação divulgada pelo jornalista Vitor Sérgio Rodrigues, o VSR, não é boa. Ele conversou com um integrante da Comissão de Arbitragem da CBF, que explicou um pouco do processo do impedimento semi-automático e explicou o porquê da novidade demorar para chegar no país.

Segundo ele, são 20 câmeras espalhadas por todos os estádios, ou seja, já tem um custo muito elevado para a instalação em apenas um local. Além do mais, os estádios brasileiros não possuem a estrutura física ideal para a implementação do sistema de impedimento semi-automático. Na visão da fonte consultada pelo VSR, “é irreal pensar nesse sistema por aqui antes de quatro anos, a menos que o preço barateie de uma forma gigante”.

Participe agora do nosso grupo exclusivo do Whatsapp, Telegram ou acesse nossas comunidades.

A Fifa realizou os testes na Copa Árabe e no Mundial de Clubes dos últimos anos. Além das diversas câmeras espalhadas pelo local, existe um chip implantado na bola que praticamente exclui as chances de erro. O tempo médio para traçar as linhas era de 70 segundos, e agora caiu para menos de 20 segundos com a novidade.