VAR indicou pênalti para o Palmeiras no clássico contra o São Paulo e..

No último domingo (3), São Paulo e Palmeiras duelaram no MorumBis e empataram em 1 a 1, em duelo válido pela penúltima rodada do Campeonato Paulista. Os gols foram marcados por Alisson e Raphael Veiga, e após os 90 minutos, os são-paulinos demonstraram muita insatisfação com a arbitragem.

E na noite desta segunda-feira (4), a Federação Paulista de Futebol (FPF) divulgou o áudio da chamada do VAR no lance do pênalti marcado para o time rival, aos 13 minutos do segundo tempo.

Na ocasião, o goleiro Rafael foi sair para afastar a bola com as mãos e acabou acertando o rosto do zagueiro Murilo, do Palmeiras. Diana Muniz dos Santos, que era a responsável pelo VAR na partida, disse para o árbitro Matheus Delgado Candançan rever o ocorrido.

A Federação Paulista de Futebol divulgou, nesta segunda-feira à noite, o áudio da análise do VAR no lance que resultou no pênalti para o Palmeiras durante o empate em 1 a 1 com o São Paulo, no último domingo, no Morumbis, pela 11ª rodada do Campeonato Paulista

“Eu vejo o atacante jogando a bola. É falta. É falta. O atacante joga a bola e depois o goleiro chega atrasado de maneira imprudente e toca o atacante. Recomendo revisão e possível penal. Quem joga a bola é o atacante. O goleiro dá um soco na cabeça dele. Vou te mostrar pela superslow”, disse ela.

O juíz foi ao monitor e solicitou para que a jogada fosse congelada no momento em que a bola raspou na cabeça de Murilo, visando ver de perto de Rafael havia encostado nela ou apenas no jogador do time rival.

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“Trava a bola na cabeça do Murilo. Essa câmera me mostra claramente que o Murilo tem a posse da bola e o Rafael acerta ele com o braço, numa ação temerária. Vou mudar para penal e amarelo para o goleiro”, disse Matheus Candançan.

FPF não divulga áudio de possível pênalti em Luciano

Em contrapartida, a Federação Paulista de Futebol não divulgou o áudio do VAR no pênalti polêmico ao São Paulo, quando Piquerez cometeu uma falta dentro da área em Luciano. Isso porque a entidade diz que somente lances alterados pela análise são divulgados ao público. Na ocasião, Candançan foi chamado ao monitor, mas manteve sua decisão de campo.