STJD adia que Alef Manga reforce o Verdão

Um dos muitos jogadores envolvidos na Operação Penalidade Máxima, conjunto de operações realizadas pelo Ministério Público do Estado de Goiás para investigar a chamada Máfia das Apostas, o atacante Alef Manga, de 29 anos, voltou a ser pauta do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) nesta quinta-feira (04).

Suspenso por 360 dias, em agosto de 2023, por ter recebido cartão amarelo no jogo contra o América-MG no Campeonato Brasileiro de 2022, Manga vivia a expectativa de ser liberado pelo órgão para retornar aos gramados com a camisa do Coritiba. O STJD, no entanto, pediu mais tempo para reavaliar o processo do jogador.

Advogado de Alex Manga, Levy Leonardo Monteiro se reuniu com o presidente do órgão, José Perdiz, mas não obteve sucesso em uma esperada liberação que deixaria o atacante à disposição do técnico Guto Ferreira para a estreia dentro da Série B do Brasileirão. Em entrevista, Levy explicou os motivos para tanto.

“O presidente se embasa em casos internacionais para definir. As portas (do STJD) não estão fechadas, mas o presidente pediu mais tempo para se decidir. É complicado para o atleta, claro, mas temos que ter paciência para conseguir êxito no pleito”, disse. A expectativa é que nas próximas semanas o processo seja reavaliado.

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Nos bastidores, existe a visão de que as falas do dono da SAF do Botafogo, John Textor, sobre manipulações de resultados na última edição do Campeonato Brasileiro atrapalharam a reavaliação do caso de Alef Manga. Sem poder atuar no Brasil, o atacante chegou a defender, por empréstimo, o modesto Pafos, do Chipre.

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