São Paulo exige exclusividade e quer que empresa rompa com o Flamengo

Já não é segredo para ninguém que o casamento entre São Paulo e Adidas, iniciado em 2018, está bem próximo de chegar ao fim. Com contrato válido somente até dezembro deste ano, a gigante alemã deve deixar o Morumbi após uma série de polêmicas durante os últimos anos que causaram rusgas em ambos os lados.

Bastante celebrado pela então gestão de Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, o acordo trouxe inúmeras dores de cabeça ao São Paulo. Foram tantas decepções com a empresa que a diretoria irá priorizar fornecedoras que possam lhe dar prioridade dentro do mercado, ou ao menos um “cuidado” digno da grandeza do Tricolor.

A informação é do jornalista Luis Augusto Símon, o Menon, em sua coluna para o UOL Esporte. Com isso, a Adidas já é mais do que carta fora do baralho no Morumbi. No momento, a empresa alemã veste clubes como Flamengo, Atlético-MG e Internacional, sem a possibilidade de deixá-los para se dedicar unicamente ao São Paulo.

Com isso, a norte-americana New Balance permanece como a grande favorita para vestir o clube à partir do próximo ano. Buscando expandir sua participação no mercado brasileiro, a fornecedora tem acordo apenas com o RB Bragantino no atual momento.

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Ex-técnico foi estopim de briga entre São Paulo e Adidas

Engana-se quem pensa que somente o São Paulo tem ressentimento do tratamento dado pela Adidas nos últimos anos. A empresa alemã também se mostrou bastante chateada após um episódio envolvendo Rogério Ceni, técnico demitido pelo Tricolor há cerca de um mês.

Em abril de 2022, durante uma partida do Campeonato Brasileiro, Ceni utilizou uma calça da Under Armour, antiga fornecedora são-paulina. A justificativa de que não haviam materiais da Adidas à disposição não caiu nada bem aos ouvidos da empresa alemã.

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