São Paulo dá o troco e palmeirenses acham ruim

O clássico entre São Paulo e Palmeiras, realizado neste domingo (4), contou com diversas polêmicas dentro e fora de campo. Além das reclamações das decisões da arbitragem durante os mais de 90 minutos, o São Paulo não cedeu a sala de entrevistas para  o técnico Abel Ferreira, algo que revoltou os palmeirenses.

A decisão foi tomada pelo Tricolor para dar tratamento recíproco ao rival. Quando o SPFC atua no Allianz Parque, o clube alviverde também não concede o espaço adequado para entrevistas.

Ainda em 2022, o Palmeiras liberou uma sala pequena com problemas no sistema e sem deixar que o SPFC pendurasse seu backdrop, algo que já irritou os cartolas tricolores. No ano passado, ocorreu a mesma coisa, já com Dorival Júnior.

O Palmeiras já se preparava para a coletiva de Abel quando foi notificado da mudança pelo São Paulo. O clube precisou desmontar os materiais e não quis mais dar entrevistas. O regulamento da Federação Paulista de Futebol diz que é obrigatório que o clube mandante disponibilize uma sala de imprensa. 

Além desse problema fora de campo, o SPFC ficou na bronca com a arbitragem. O Tricolor considera que houve três erros claros na partida. O primeiro foi a não expulsão de Richard Rios, que aplicou uma entrada violenta em Pablo Maia.

Depois, a fúria ficou por conta do pênalti marcado (que resultou em gol de Raphael Veiga) do goleiro Rafael em cima de Murillo. Por fim, o São Paulo acredita que a arbitragem errou ao não marcar pênalti de Piquerez em cima de Luciano.

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Comunicado oficial do São Paulo

“O São Paulo Futebol Clube esclarece que, por reciprocidade, disponibilizou a zona mista do MorumBIS para a realização das entrevistas da Sociedade Esportiva Palmeiras. A utilização ou não do espaço fica a cargo do clube visitante.

Vale ressaltar que, na última partida disputada no Allianz Parque, o São Paulo precisou realizar a entrevista coletiva em um pequeno espaço anexo à zona mista do estádio, local de passagem de muitas pessoas, que dava acesso ao vestiário dos gandulas, sem direito a fixar adequadamente o backdrop com os patrocinadores.

Os jornalistas, inclusive, ficaram sentados no chão e sem o sistema de som ideal para a realização do trabalho de todos os envolvidos.”