São Paulo acertou contrato com magnatas que recebem R$ 145 bilhões por ano

Valorizado após a conquista inédita da Copa do Brasil, o São Paulo fechou um acordo histórico ainda no final do ano passado. O Tricolor acertou com a Mondelez, conglomerado norte-americano de alimentos. A marca acabou comprando os naming rights do Estádio do Morumbi.

Agora, a casa do Tricolor se chamará Morumbis pelos próximos três anos, em alusão a um dos chocolates mais famosos da marca, o Bis. O SPFC receberá cerca de R$ 25 milhões a R$ 30 milhões anuais pelo acordo.

A marca ainda é dona de outros produtos de nome no Brasil, como Club Social, Lacta, Tang, Ouro Branco, Sonho de Valsa e Trident, e promete investir mais de R$ 1 bilhão no país nos próximos anos, aumentando ainda mais sua produção. 

Por sinal, a Mondelez tem planos ambiciosos para aumentar ainda mais as vendas no país. Hoje, o faturamento da mesma no mundo é de US$ 29 bilhões anuais, ou seja, R$145 bilhões.

A marca possui 10 mil funcionários e 17 fábricas, escritórios e outros centros no Brasil. 

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“O Brasil é o motor de crescimento da companhia na América Latina e um dos drivers para o cumprimento do planejamento da empresa.  Estamos entre os cinco maiores mercados de snacks e com crescimento anual de duplo dígito”, disse o vice-presidente de Supply Chain da companhia, Ricardo Barcellar.

Recentemente, a empresa tentou negociar a aquisição da Dori, que é uma marca rival no âmbito de balas e outros doces. Contudo, a estratégia acabou não avançando por conta das negociações travadas.

“Comprar outras empresas faz parte de uma estratégia que já vem sendo executada globalmente. No caso do Brasil, não fizemos nenhuma aquisição ainda, mas estamos, obviamente, ativos no mercado e observando as oportunidades”, disse o executivo.

Em 2023, a Mondelez comprou uma empresa de croissants na Europa, a Ricolino, do México, que fatura US$ 600 milhões anuais,  além de outra norte-americana que produz barra de cereais. A última, por sinal, tinha o faturamento de US$ 1 bilhão.