São Paulo acerta em cheio e prova que toda Minas Gerais estava errada

Neste domingo (4), o São Paulo levantou a Supercopa do Brasil ao bater o Palmeiras, nos pênaltis. No caso, o placar terminou empatado em 0 a 0 após 90 minutos do tempo regulamentar. Apesar do jogo ter sido morno durante boa parte da bola rolando, o herói do título foi o goleiro Rafael.

O atleta se destacou quando precisou e defendeu as cobranças de Murilo e Piquerez, esta última que acabou dando o troféu ao Tricolor. No final, foi aplaudido pela torcida do SPFC no Mineirão. 

“Eu só tenho que agradecer a Deus. Nem nos meus melhores sonhos podia estar imaginando isso com a camisa do São Paulo“, disse ele para a Globo.

O arqueiro se tornou um xodó da torcida do São Paulo, que viveu anos sem uma certeza na posição após a aposentadoria de Rogério Ceni, ainda em 2015. De lá para cá, diversos nomes passaram pelo clube, mas nenhum se firmou no time titular a ponto de passar confiança aos tricolores.

Reserva durante toda a sua carreira, Rafael se encontrou no SPFC

Enquanto isso, Rafael ainda não estava estabelecido como um goleiro titular. Passou grande parte de sua carreira sendo o substituto imediato de Fábio, no Cruzeiro. Depois de ver que não teria mais oportunidades, assinou com o Atlético-MG.

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Depois de um bom início, acabou perdendo seu espaço após a contratação de Everson, que é o titular da posição até hoje. Enquanto isso, o Tricolor procurava um nome para o gol, já que Tiago Volpi, Jandrei e Felipe Alves não estavam em alta.

Rafael acabou sendo contratado no começo de 2023, após um pedido do próprio Rogério Ceni, que era o então treinador na época. Mesmo após a demissão da lenda, continuou com a titularidade sob os comandos de Dorival Júnior e Thiago Carpini.