São Paulo acaba obrigado a recontratar funcionário dispensado

A Subseção 1 em Dissídios Individuais (SDI-1) do Tribunal Superior do Trabalho (TST) bateu o martelo e condenou a atitude do São Paulo em relação à demissão de um funcionário.Na ocasião, o clube será obrigado a contratá-lo novamente e restabelecer seu plano de saúde. 

O funcionário em questão era um fisiologista que foi dispensado de seus serviços durante um tratamento de câncer de próstata. O homem disse que recebeu o diagnóstico dos médicos em 2012, e foi demitido em 2026, depois do afastamento previdenciário.

Com isso, o Tribunal Regional do Trabalho ordenou a reintegração do clube, além de multa por danos morais, revertidos posteriormente pelo TST pro fato do câncer de próstata não constar na sentença trabalhista na Súmula 443.

Quem teve participação importante no caso foi a ministra Kátia Arruda, que prevaleceu nos embargos. Ela enfatizou que a permissão de trabalho e o pagamento dos vencimentos mensais não são justificativas para uma demissão depois do afastamento do funcionário. Outro que foi com a sua opinião foi o ministro Lelio Bentes Corrêa.

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Além do São Paulo devolver o emprego do fisiologista, que não teve seu nome divulgado, o clube terá que fazer um pagamento diário de R$ 5 mil caso não reintegrá-lo.

SPFC está na Justiça com a Adidas

O São Paulo também abriu uma ação contra a Adidas, fornecedora de material esportivo para o clube desde 2018. Isto porque a empresa alemã errou na fabricação do terceiro uniforme da equipe, que será lançado nesta quinta-feira (31).

A mesma não incluiu o patrocínio da Sportsbet.io, patrocinadora master do SPFC, nas costas do uniforme. A gigante alemã terá que pagar uma multa diária ao não cumprimento do acordo, que consta em modificar o produto para a versão que era para ter sido produzida anteriormente.