Quantas vezes o São Paulo chegou na final da Libertadores?

Confira quantas vezes o São Paulo conseguiu chegar na grande final da Copa Libertadores da América, maior competição de clubes do continente. O Time da Fé é um dos maiores de todo o continente e também do mundo, alcançando conquistas históricas em uma caminhada cheia de destaque e também com muita luta dentro e fora dos gramados.

Para conseguir chegar onde chegou, o time tentou e tentou até chegar no patamar de maior do Brasil. No que diz respeito ao seu patamar continental, inclusive, o Tricolor conseguiu arrecadar, ao longo da sua trajetória, três taças que representam a Glória Eterna. No entanto, se engana quem acha que todas as caminhadas da equipe resultaram em resultados positivos.

Isso porque, ao todo, o São Paulo conseguiu vencer a Copa Libertadores em metade das vezes que fez o caminho até a final. Tricampeão do principal torneio de clubes da América do Sul, o Tricolor Paulista disputou o título nos anos de 1974, 1992, 1993, 1994, 2005 e 2006, perdendo em três deles. Relembre todas as decisões da competição disputadas pelo Tricolor.

Libertadores 1974: O primeiro “quase” do São Paulo

Em 1974, o Tricolor disputou aquela que era a 15ª edição da Taça Libertadores, competição que já era organizada pela Conmebol, e foi muito bem. Naquele ano, os 20 participantes foram divididos em cinco grupos, com o melhor de cada divisão passando de fase. Nessa parte que o time paulista derrubou Palmeiras, do Brasil, Club Deportivo Municipal e Jorge Wilstermann, da Bolívia.

Na fase seguinte, os classificados e mais o campeão do ano anterior disputavam dois triangulares e o melhor de cada lado ia para a grande final. Assim, o São Paulo derrubou Millonarios Fútbol Club, da Colômbia, e o Defensor Lima, do Peru.

Sendo assim, a equipe tricolor foi até a final, contra o Independiente, da Argentina, e até ia bem no primeiro embate. Depois de vencer o primeiro jogo, por 2 a 1, com gols de Rocha e Mirandinha, o Time da Fé perdeu a volta, por 2 a 0, e o desempate, por 1 a 0, ficando em segundo lugar.

Libertadores 1992: O Grito de Campeão

Em 1992, o São Paulo chegava na sua segunda final de Copa Libertadores da América, mas, dessa vez, a história foi diferente. Primeiro, o time se classificou em um grupo com Criciúma, do Brasil, Bolívar e San José, da Bolívia, ficando atrás apenas dos conterrâneos. Depois disso, eliminou o Nacional, do Uruguai, o Criciúma e o Barcelona de Guayaquil, durante a fase eliminatória.

Assim, o Time da Fé chegou até a grande final, contra o Club Atlético Newell’s Old Boys, da Argentina. Depois de perder o primeiro jogo e vencer o segundo, com gol de Raí, ficou para a disputa de penalidades a decisão, que terminou com festa tricolor e a primeira vez alcançando a Glória Eterna.

O lendário time de Telê Santana foi composto, na grande final, por: Zetti, Cafú, Antônio Carlos, Ronaldão, Iván, Adílson, Pintado, Raí (c), Müller, Palhinha e Elivélton, sendo o primeiro do Tricolor a alcançar a Glória Eterna.

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1992

1993: Bicampeonato

No ano seguinte, em 1993, o Tricolor conseguiu chegar ao sonhado segundo título de campeão continental. Entrando direto na fase eliminatória, o time paulista eliminou o Newell’s Old Boys, o Flamengo, o Cerro Porteño, do Paraguai, para chegar na segunda final consecutiva, dessa vez a ser disputada contra o Universidad Católica, do Chile.

O primeiro jogo da final foi inesquecível para os torcedores do São Paulo. López, contra, Vitor, Gilmar, Raí e Müller foram responsáveis por um placar histórico de 5 a 1. Sendo assim, os 2 a 0 do adversário na volta nem chegaram a incomodar a vantagem tricolor, que conseguiu arrecadar sua segunda taça em três finais.

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1994: Três finais seguidas

Em 1994, mais uma vez os torcedores do São Paulo estavam próximos de comemorar o título mais importante do continente, mas, dessa vez, não houve um final positivo. Entrando na fase eliminatória, o Tricolor bateu o Palmeiras, o Unión Española, do Chile, o Olímpia, do Paraguai, até chegar na decisão, contra o Vélez Sarsfield, da Argentina.

Na ocasião, os hermanos levaram a melhor. Depois de perder a primeira partida por 1 a 0, o Time da Fé devolveu o placar simples, em casa, com tento de Müller. Assim, o confronto foi para as penalidades máximas, quando a pontaria argentina prevaleceu, com o time não batendo nenhuma errada e se sagrando campeão da Libertadores.

2005: A volta do São Paulo para o topo

Depois de uma “pausa” nas finais continentais, o São Paulo voltou a brilhar na Copa Libertadores da América no começo deste século. Após se classificar em primeiro no grupo com Universidad de Chile, Quilmes, da Argentina, e The Strongest, da Bolívia, o time alcançou a quinta melhor campanha. Assim, a equipe foi para as eliminatórias e derrubou, em sequência, Palmeiras, Tigres, do México, e River Plate, da Argentina, time que tinha a melhor campanha da primeira fase.

Avançando assim para a grande final, o Time da Fé enfrentou o Athletico Paranaense e, apesar de empatar na ida, em 1 a 1, com gol contra de Durval, não deu nem chances na volta. Amoroso, Fabão, Luizão e Tardelli marcaram em uma goleada por 4 a 0 que garantiu a taça da Copa Libertadores da América de volta ao Morumbi.

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2006: Rival Colorado

Em 2006, o São Paulo chegaria em mais uma final de Copa Libertadores da América, mas, dessa vez, não se deu tão bem, contra um adversário que vinha rendendo boas disputas na época. Depois de passar em primeiro em um grupo com Chivas Guadalajara, do México, Caracas, da Venezuela e Cienciano, do Peru, o time avançou para a fase eliminatória. Assim, mais uma vez o Palmeiras esteve no caminho, mas foi derrubado. Assim como Estudiantes e Chivas Guadalajara, mais uma vez.

Nesse cenário, o Tricolor chegava com moral para disputar a final da Libertadores contra um time que nunca a havia vencido, o Internacional. Mas, depois de perder a ida, dentro de casa, por 2 a 1, com um gol de Edcarlos para o Tricolor e dois de Rafael Sóbis, para os visitantes, o São Paulo não conseguiu dar a volta por cima. No segundo embate, um empate em dois a dois, com gols de Fernandão e Tinga pelo Colorado e Fabão e Lenílson, pelos paulistas, garantiu a taça permanecendo em Porto Alegre,