PVC solta quentinha sobre mistério envolvendo James Rodríguez

Na última sexta-feira (22), a Colômbia venceu a Espanha por 1 a 0, em Londres, e chamou a atenção dos torcedores do São Paulo. Isso porque James Rodríguez, que não consegue acumular minutos pelo Tricolor, foi um dos destaques da partida.

O jogador havia pedido uma rescisão de contrato no começo do ano justamente pela falta de oportunidades. Com uma perspectiva de melhora, mudou de ideia e pediu desculpas a diretoria, elenco e comissão técnica.

Entretanto, nada mudou desde então, e sua contratação, realizada no final de julho do ano passado, ainda não foi justificada dentro de campo. Não é a primeira vez que ele consegue desempenhar muito bem por sua seleção, sendo que no SPFC, o rendimento é praticamente nulo.

Contra a Espanha, James jogou 45 minutos (entrou no intervalo), e deu um lindo lançamento para Luis Diaz passar para Muñoz colocar a bola no fundo das redes. Foi um dos melhores em campo.

Nas últimas duas partidas do São Paulo, o colombiano atuou por 43 minutos combinados, foram os acréscimos.  Durante a eliminação no Campeonato Paulista, James jogou 11 minutos, já que pouco tempo antes, alegou dores e desgaste após a partida contra o Ituano, fora de casa (jogou por 32 minutos).

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James não consegue desempanhar um papel decisivo como na Seleção da Colômbia

Na visão do jornalista Paulo Vinícius Coelho, o PVC, James Rodríguez engloba mais casos de atletas que rendem muito mais por seleções do que por clubes. Ainda citou um brasileiro famoso que passou pelo mesmo caso pouco tempo antes do Mundial de 2002.

“Não é novidade a pergunta sobre jogadores que atuam bem por sua seleção e não por seu clube. Esta questão perseguiu Rivaldo, antes da Copa do Mundo da Ásia, em que foi um enorme destaque. No Brasil, perguntava-se por que só jogava bem pelo Barcelona. Na Espanha, questionava-se por qual razão só jogava bem pela seleção. Na verdade, era decisivo tanto pelo Barça, quanto pela seleção”, disse.

Desde que foi contratado, James disputou somente 17 dos 40 jogos do São Paulo. Não esteve em campo na final da Copa do Brasil e da Supercopa. Aliás, ele se recusou a viajar para Belo Horizonte sabendo que não seria relacionado, atitude que não caiu bem no SPFC.