PVC se manifesta após condenação de Daniel Alves

Não há como negar. O grande assunto na imprensa brasileira na manhã desta quinta-feira (22) tem nome e sobrenome: Daniel Alves. Dono de polêmica passagem pelo São Paulo entre 2019 e 2021, o ex-lateral foi condenado pela Justiça da Espanha a quatro anos e meio de prisão por agressão sexual a uma mulher em 2023.

No Brasil, a condenação, é claro, tornou-se pauta dos principais veículos. Paulo Vinícius Coelho, um dos profissionais mais respeitados do jornalismo esportivo brasileiro, não ficou de fora das discussões e se manifestou sobre o caso na coluna intitulada “Quatro anos por estupro é muito pouco” para o UOL Esporte.

Para PVC, foi vergonhoso para a Justiça espanhola diminuir a pena esperada para Daniel Alves após o brasileiro ter pago uma espécie de “multa” pelos dados causados à vítima: “Estupro é crime hediondo. E não há como indenizar uma vítima, porque o trauma pode ser eterno. Multa é para infração de trânsito”.

O jornalista ainda concluiu: “A partir do momento em que a Justiça entendeu que Daniel Alves é culpado, a punição não poderia ser de quatro anos e meio que, abatidos os 13 meses já cumpridos, passam a ser 3 anos e 5 meses. Melhor a condenação do que a absolvição. Mas é pena. É ridícula de pequena para o tamanho do crime”.

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Daniel Alves não esteve na leitura da sentença

Segundo informações vindas da imprensa espanhola, Daniel Alves não marcou presença durante a leitura da sentença da juíza Isabel Delgado Pérez, da 21ª Seção da Audiência de Barcelona. Ele foi representado por Inés Guardiola, sua advogada no caso.

Além dela, estavam a promotora, Elisabet Jiménez, a advogada da vítima, Ester García, e advogados de defesa e promotoria. Após o veredito, Inés Guardiola disse que recorrerá. Já membros da promotoria celebraram o que chamaram de “sentença histórica”.

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