Presidente da CBF falou tudo o que pensa de Julio Casares

Dorival Júnior entrou para a história do São Paulo ao conquistar a primeira Copa do Brasil na história do clube. O Tricolor fez uma campanha histórica, derrotando Palmeiras, Corinthians e Flamengo, levantando o único troféu que faltava em sua galeria. 

Com o título, conquistou uma vaga direta na fase de grupos da Libertadores da América. Havia muita expectativa sobre a temporada atual, ainda mais que Doriva teria toda a pré-temporada para trabalhar.

Contudo, o SPFC foi surpreendido com uma proposta da CBF (Confederação Brasileira de Futebol) para o treinador assumir o comando da Seleção Brasileira. Ele aceitou, dizendo que era seu sonho.

A atitude da entidade, como esperado, irritou os são-paulinos. Isso porque a Amarelinha estava sem treinador desde o final de 2022, quando Tite anunciou sua saída. O presidente Ednaldo Rodrigues demorou para fazer a escolha efetiva, já que tinha esperanças de que o italiano Carlo Ancelotti assumiria o Brasil.

Visando saber da situação entre o São Paulo e a CBF, o jornalista Marcelo Braga perguntou ao mandatário da entidade sobre a relação com o clube do MorumBis. Ednaldo garantiu que é a melhor possível, e ainda fez diversos elogios ao presidente Julio Casares.

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“ A relação da CBF com os presidentes de clubes e federações é a melhor possível. Encontramos no presidente Julio Casares uma pessoa companheira e amiga que fez o melhor para a seleção estar bem servida, não teve problemas com essa questão da rescisão contratual”, iniciou.

Situação entre SPFC e CBF foi resolvida

Para tirar Dorival Júnior do São Paulo, a CBF precisou arcar com uma multa rescisória prevista no contrato do treinador, que era válido até o final de 2024. Casares chegou a enviar uma oferta de renovação, mas dirigir o Brasil em um Mundial falou mais alto.

“Essa parte foi tratada pela diretoria jurídica e entre as duas presidências, isso ficou sanado, ficamos satisfeitos com o profissional que está lá, e o presidente do São Paulo ficou satisfeito com o desfecho (financeiro)”, concluiu Ednaldo Rodrigues.