Nova profissão de Marcelinho Paraíba após largar os gramados é o sonho de qualquer brasileiro

Cria das divisões do Campinense, tradicional clube da cidade de Campina Grande, na Paraíba, o meia-atacante Marcelo dos Santos, o Marcelinho Paraíba, chegou ao São Paulo em 1997. Com 45 gols anotados em 169 disputados em três temporadas e meia, o jogador ficou por poucos minutos de se tornar herói no Morumbi.

Autor do gol são-paulino na partida de volta da grande final da Copa do Brasil do ano 2000, Marcelinho abriu o placar sobre o Cruzeiro em um Mineirão absolutamente lotado naquele 9 de julho. Preste a virar ídolo, ele viu Fábio Júnior, aos 35 minutos da segunda etapa, e Geovanni, já nos acréscimos, decretarem o título cruzeirense.

Logo após o vice-campeonato, o meia-atacante foi negociado com o Olympique de Marseille. Sua vitoriosa carreira ainda contaria com passagens por Grêmio, Hertha Berlim, Wolfsburg, Flamengo e até mesmo um retorno ao São Paulo entre 2010 e 2021. Marcelinho penduraria suas chuteiras somente em 2020, aos 45 anos de idade.

Desde então, o histórico jogador paraibano se decida a um curioso hobby: marcar presença em partidas de várzea em Campina Grande, seja como espectador ou dentro de campo. Sempre tietado por seus conterrâneos, o ex-São Paulo ainda tentou a sorte como treinador e comandou quatro equipes de futebol do estado.

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Marcelinho Paraiba Varzea
Marcelinho Paraíba hoje abrilhanta o futebol amador na Paraíba — Foto: Geovanna Teixeira/GE

“Eu fico muito feliz em ver jogos de várzea. Me criei aqui na Zona Leste, ao lado do Plínio Lemos, então eu sempre gostei de estar jogando bola na rua, nos campos de pelada e a gente fica feliz de ver os espaços lotados de famílias assistindo, com uma torcidas que gostam do espetáculo”, disse o ex-jogador.

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