Mesmo com ajuda do São Paulo, Brasil fica de fora de mapa da FIFA

FIFA

De acordo com um estudo realizado pela Sports Value, o Brasil não está no mapa mundial do futebol feminino da Fifa. O número de atletas brasileiras é equivalente a menos de 0,01% da população de mulheres do país. O maior número é da Noruega, no qual as jogadores representam 3,8%.

Contudo, o Brasil também tem um lado positivo na modalidade, já que é o terceiro país que mais possui praticantes do futebol feminino, com 17%. Quem lidera este ranking é a índia, com 26%, seguida do México, com 2%.

Por outro lado, de acordo com os dados do Statista, o Brasil é o terceiro país onde mais se pratica futebol feminino, com 17% de praticantes, ficando atrás apenas do México (22%) e da Índia (26%). O São Paulo, como todos sabem, possui o time feminino e também suas categorias de base.

Uma das principais questões sobre o tema é o investimento no futebol feminino no Brasil. A confederação que mais desembolsou na modalidade na América foi a Conmebol, contribuindo com cerca de R$ 12 milhões a cada ano.

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Todavia, os números ainda estão distantes do que se considera agradável. Isso porque, em contrapartida, o futebol feminino é levado a sério em outros continentes como a Europa. Prova disso é o investimento de R$ 480 milhões da UEFA no cenário.

Quanto mais investimentos, mais público atraído, e o resultado final é o aumento das receitas do futebol feminino na Europa. Em 2021, os valores embolsados chegaram a R$ 620 milhões. O número cresceu muito, e em 2023, a estimativa era de R$ 2 bilhões.

De acordo com informações divulgadas pela Deloitte, o faturamento do esporte geral feminino em todo o planeta foi de R$ 3.420.000.000, em 2022, para aproximadamente R$ 6 bilhões neste ano, representando um aumento de 88%.  Deste valor, o futebol corresponde a 43%, enquanto o basquete vem logo atrás com 28%, seguido do tênis, com 5%.