Kaká se pronunciou sobre comprar o São Paulo

Criado e formado nas categorias de base do São Paulo, o ex-jogador Kaká foi o último brasileiro a ser eleito o melhor jogador do mundo, feito que alcançou em 2007. Fora dos gramados, o ex-meia manifestou interesse em seguir no esporte, possivelmente como dono ou diretor de um clube.

Em entrevista ao site Quinto Quarto, Kaká revelou que pretende ser menos “agressivo” em relação às estratégias de compra traçadas por ex-jogadores como Ronaldo Fenômeno. O ex-centroavante comprou as SAFs do Real Valladolid, da Espanha, e também do Cruzeiro.

 “Há muito mais interesse em participar diretamente das decisões estratégicas e de negócios de um clube, em vez de apenas ser um observador ou um investidor silencioso. Eu gosto da ideia de estar envolvido na gestão geral de um clube. Ainda não surgiu um projeto que me convidasse a se tornar sócio e que oferecesse a chance de trabalhar a longo prazo”, disse Kaká.

Ele destacou que recebeu um convite formal da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) caso o italiano Carlo Ancelotti assumisse o posto de técnico da Seleção. O brasileiro foi treinado pelo italiano e possui uma ótima relação. 

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“Eu estava muito grato pela oferta, mas simplesmente não era o momento certo para mim. Eu queria aproveitar mais tempo com minha família. Sei o quanto trabalhar no futebol pode ser exigente e, no momento, optei por dedicar mais tempo a minha família”, explicou sobre a recusa, e explicou que mantém suas opções em aberto: “Poderia ser em qualquer um dos lugares onde joguei, mas no momento, não tenho preferência entre Brasil, Itália ou Estados Unidos”, prossegyiu.

Kaká defendeu os maiores clubes do mundo em sua carreira, como o Milan, da Itália, Real Madrid, da Espanha e o próprio São Paulo. Questionado se poderia investir no seu clube de coração, o ex-meia não descartou: “Já pensou?”, disse, em tom de brincadeira.