Jogador do São Paulo mira a convocação pra Seleção Brasileira

Depois de voltar ao São Paulo e fazer história ao conquistar a primeira Copa do Brasil na história do clube, Lucas Moura se tornou ainda mais ídolo da torcida. Com contrato até o final da temporada, ele ainda tem seu futuro indefinido. Em entrevista recente ao jornal inglês The Guardian, o camisa 7 comentou sobre sua renovação de contrato.

“Estamos negociando, mas quero terminar a temporada e depois sentar com minha esposa, discutir o assunto e tomar essa decisão com a cabeça fria”, disse. Vale destacar que uma das exigências para ele ficar no Morumbi é um bom projeto esportivo e uma equipe competitiva para 2024, quando o clube disputará a Libertadores da América.

Ainda na mesma entrevista, o meia-atacante, que teve passagem pelo Tottenham entre 2018 e 2023, comentou que ao voltar ao futebol brasileiro, está mirando uma convocação para defender o Brasil. Ele garantiu que está trabalhando duro diariamente para, quem sabe, ser chamado por Fernando Diniz.

“A seleção nacional sempre esteve no meu radar. Eu sabia que voltando ao Brasil teria mais proximidade de uma convocação. Sempre foi um objetivo. Preciso trabalhar muito, dar o meu melhor e deixar as coisas acontecerem naturalmente, mas sem dúvida é um objetivo que lutarei muito para alcançar”, comentou.

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Vale destacar que Lucas já atuou em diversos jogos pela Seleção Brasileira, sendo a grande maioria no início de sua carreira, formando um trio de ataque com Neymar. Ele não entra em campo desde outubro, na derrota para o Palmeiras, quando sofreu um estiramento na coxa esquerda. Desde seu retorno, atuou em 16 partidas, tendo marcado três gols.

Lucas fala das diferenças entre futebol brasileiro e inglês

Ainda na mesma entrevista, Lucas fez comparações entre o modo de se jogar no Brasil e na Inglaterra, país que conta com a maior liga do mundo (Premier League). Ele procura passar para os jogadores do SPFC tudo o que aprendeu na Europa.

“Uma das coisas que mais aprendi fora do Brasil foi tática, principalmente jogando sem bola. Na Inglaterra, trabalhamos muito fisicamente, então acrescentei intensidade e agressividade ao meu jogo. A passagem pela Europa me fez muito bem, principalmente na Premier League, que na minha opinião é a liga mais competitiva do mundo. No São Paulo, procuro passar o que aprendi para que possamos melhorar”, concluiu.