Jogador com passagem pelo São Paulo foi condenado há 22 anos de prisão pela morte da ex-mulher

Considerado como o esporte mais popular do mundo, o futebol arrasta multidões por onde passa e cria a figura de ídolos eternos nos corações de milhões de torcedores. Mas a história também conta com aqueles que preferiram utilizar suas respectivas famas para cometerem crimes com o pensamento de impunidade por conta de status.

Os casos mais famosos são do Goleiro Bruno, ídolo do Flamengo e que foi condenado após a trágica morte da modelo Eliza Samudio, e de Daniel Alves, dono de polêmica passagem pelo São Paulo e que completou um ano de prisão no último dia 20 após ser acusado de agressão sexual a uma jovem de 23 anos em uma boate de Barcelona.

Infelizmente, os casos de violência envolvendo jogadores aumenta ano após ano. Em 2011, por exemplo, o São Paulo esteve indiretamente envolvido em outro julgamente. Com passagem por Cotia, o ex-jogador de futebol Janken Ferraz Evangelista, então com 26 anos, foi condenado a 22 anos de prisão pela morte da ex-esposa.

Com passagem também pelas divisões de base do Corinthians e pelo time profissional do Mogi Mirin, Janken matou Ana Cláudia Silva e Melo em 22 de março de 2009 com 14 facadas. Seus advogados alegaram, na época, legítima defesa. Mas o argumento não foi aceito e o ex-São Paulo foi condenado por homicídio triplamente qualificado.

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De acordo com o Ministério Público, responsável pela denúncia de acusação à Justiça, Janken matou Ana Cláudia porque queria ficar com a guarda do filho de um ano e oito meses: “Ele [acusado] queria que o filho ficasse com sua mãe, a avó paterna. Mas atualmente, o menino está com a avó materna”, disse o promotor Marcelo Rovere.

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