Irmão de Daniel Alves se manifesta sobre cavalo de R$ 130 milhões

Aguardado julgamento após acusação de estupro em uma boate em Barcelona, Daniel Alves encara outras questóes judiciais no Brasil. Segundo informações divulgadas pelo portal Uol, o brasileiro teve suas contas bloqueadas em meio a uma tentativa de recuperar objetos e bens de valor que estão com um amigo do atleta. Entre as peças, está uma escultura de cavalo feita “em esmeraldas”, com valor de cerca de  R$ 130 milhões.

No início, os advogados de Daniel solicitaram para que a Justiça obrigasse o empresário Jackson Trindade  a devolver o que lhe foi dado. Vale destacar que o jogador deixou alguns bens com o amigo pouco antes de se transferir ao Pumas, do México. Além da escultura, Jackson está com posse de um carro, joias, instrumentos musicais móveis, entre outros.

O processo segue em aberto e não há nenhuma data prevista para a definição do caso. Através das redes sociais, Ney Alves, irmão mais velho do atleta, não poupou palavras ao criticar o advogado Maurício Júnior da Hora. Ele comentou sobre uma entrevista do representante à Record e disse que o caso se transformou em uma “novela”.

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“Como um advogado se submete a ir em rede social [ele quis dizer nacional] para falar um monte de palhaçada (…) a ponto de cobrar um amigo dele uma cabeça de cavalo que foi avaliada em 130 milhões de reais?”, disse.

Além disso, Ney Alves também criticou Miraida Puente, que é  advogada de defesa de Daniel no caso de violência sexual na Espanha. Na sua visão, ela, junto a Júnior, estão contra o jogador.

“O Dani investiu, nessa cabeça de cavalo, 100 mil dólares e recebeu, de garantia, 4 quadros avaliados em 300 mil dólares, o que para mim já é uma coisa de louco. (…) Qual o objetivo do doutor [Hora]? É ferrar mais ainda o meu irmão? Porque 130 milhões de reais… De onde vem o dinheiro, o imposto, a declaração? Onde está tudo isso?”, desabafou.