Hulk é detonado por sindicato em Minas Gerais! Ficou sem clima. Pode vir pro São Paulo?

Ídolo do Atlético-MG, onde soma incríveis 101 gols em 182 jogos disputados, o atacante Hulk entrou na mira do Sindicato dos árbitros de Minas Gerais após chamar o árbitro Filipe Fernandes de Lima de boçal depois do clássico com o Cruzeiro pela partida de ida da grande decisão do Campeonato Mineiro.

Em nota oficial publicada nesta quarta-feira (03), o órgão repudiou a opinião do atacante atleticano. Para o sindicato, Filipe Fernandes foi ofendido em sua honra e moral. Logo após o término da partida, Hulk reclamou não só do desempenho do árbitro, mas também de seu comportamento no gramado da Arena MRV.

“Apenas não concordei com a falta dele, tão pouco ele é obrigado a me dar amarelo. Eu falo para eles, não estou reclamando do trabalho deles, se foi bem, se foi mal, o que eu vou falar é do comportamento dele. O cara é muito boçal, a gente vai conversar com ele com todo respeito do mundo e ele dá as costas”, disse.

Ainda na nota, o Sindicato dos Árbitros mineiro opinou que as reclamações, muitas das vezes, servem para transferir responsabilidade e cutucou o atacante: “A arbitragem não pode mais ser usada para transferir responsabilidades e nem justificar o baixo rendimento do clube após os jogos, nem tampouco ser palanque para frustrações”.

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Confira parte da nota oficial do sindicato

“O Sindicato dos Árbitros de Futebol do Estado de Minas Gerais (SAMG) vem a público repudiar declarações como a do jogador do Clube Atlético Mineiro, Senhor Givanildo Vieira de Sousa “Hulk”.

Em coletiva, após o jogo de sábado (30/03/2024) entre Atlético e Cruzeiro, o “Hulk” chamou o árbitro Felipe Fernandes de Lima de boçal, ofendendo a sua honra e moral, tendo em vista que o termo boçal é utilizado para xingar uma pessoa de IMBECIL, IGNORANTE, ARROGANTE. Um boçal demonstra uma pessoa sem inteligência e educação em suas ações.

A arbitragem não pode mais ser usada para transferir responsabilidades e nem justificar o baixo rendimento do clube após os jogos, nem tampouco ser palanque para jogadores, técnicos e dirigentes descarregarem suas frustrações.

Ofensas, Calúnias, Difamação, Injúria, Racismo não cabem mais hoje em dia na sociedade, muito menos no futebol, o esporte mais democrático do Brasil.”

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