Hernanes vira capa do Globo Rural após mudar de profissão na aposentadoria

Depois de pendurar as chuteiras do futebol, o ex-meia Hernanes vem trabalhando em uma área completamente diferente do esporte. Ele aproveitou sua paixão por vinhos e se mudou para Piemonte, na Itália, e administra a vinícola Ca’Del Profeta.

Ídolo do São Paulo, Hernanes saiu pela porta da frente após vencer o Campeonato Brasileiro em duas oportunidades. Foi vendido e fez história no futebol italiano, atuando por Lazio, Inter de Milão e Juventus. Foi convocado para disputar a Copa do Mundo de 2014 pela Seleção Brasileira

A afinidade pelo país não ficou por aí, e optou por morar na Itália depois de se aposentar, abrindo a vinícola que, na tradução para o português, significa casa do Profeta, seu grande apelido quando jogador. 

Por hora, o ex-jogador do São Paulo disponibiliza quatro vinhos no mercado. São eles: Barbera D’Asti Efraim, Gringnolino D’Asti Saudade, Piemonte Brachetto Momentum e o Barbera D’Asti. 

Recentemente, Hernanes foi destaque em uma matéria do Globo Rural, que contou um pouco mais sobre a produção dos vinhos, que são realizadas com uvas barbera, grignolino e brachetto, chegando a um total de 12 mil garrafas anuais. Além da Itália, o Brasil, México e Estados Unidos têm acesso às bebidas. No país natal do ex-atleta, os valores variam entre R$ 90 a R$ 334.

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Em entrevista a fonte citada, Hernanes revelou que possui mais planos para a vinícola. Por sinal, ele quer expandi-la, e para isso, já efetuou a compra de mais 1 hectare de terra nos últimos meses.

“A nossa plantação de uvas fica na propriedade. Ao todo, estamos com 5,5 hectares de parreiras. Plantei outras uvas, nebbiolo Morasso, mas isso requer de 3 a 5 anos para começar a produzir os vinhos”, disse.

Paixão pelo vinho começou após sair do SPFC

O Profeta contou que começou a entender sobre o vinho quando se transferiu para a Lazio, em 2010.  Na época, tomava a bebida alcoólica apenas nas refeições nas casas de amigos, mas foi se acostumando com o passar do tempo.

“Eu não bebia e nem conhecia vinho. Era completamente ignorante sobre o assunto. Mas nos restaurantes e na casa de amigos em que era convidado para almoços e jantares, as opções que tínhamos eram somente água e vinho. Então, aos poucos, fui experimentando”, comentou.