Goleiro Bruno tentou negócio com o Faraó dos Bitcoins e acabou se dando mal

Campeão brasileiro em 2009 e cotado para defender a Seleção Brasileira na Copa do Mundo da África do Sul, o goleiro Bruno, um dos grandes destaques do Flamengo na época, viu sua vida virar de cabeça para baixo em julho de 2010. Foi quando explodiu o caso Eliza Samudio, amante do jogador e mãe de seu filho.

Preso por planejamento e participação no sequestro e assassinato da modelo, o goleiro teve seu contrato encerrado com o Flamengo e trocou propostas milionárias de Milan, da Itália, e Zenit, da Rússia, pelo presídio de Bangu, na zona oeste da capital do Rio de Janeiro. Condenado, ele pegou 20 anos e 9 meses de prisão.

Sete anos depois, Bruno receberia um habeas corpus por uma liminar deferida pelo ministro do STF Marco Aurélio Mello e retornaria da prisão para ainda atuar por Boa Esporte, Poços de Caldas, Rio Branco-AC e Atlético Carioca até anunciar sua aposentadoria dos gramados em 13 de julho de 2021 para se dedicar a carreira de investidor.

Mas nem em sua nova empreitada profissional ele conseguiu ficar longe das polêmicas. Segundo informações do canal Ciências Criminais, Bruno foi uma das vítimas do ex-garçom Glaidson Acácio dos Santos, conhecido como “Faraó do Bitcoin”. Junto a um amigo, o ex-goleiro teria perdido cerca de R$ 50 mil na GAS Consultoria.

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