Foi expulso na final da Copa do Brasil e deixou o SPFC na mão, hoje é agente de jogadores

Tricampeão mundial e da Copa Libertadores da América, além de levantar o Campeonato Brasileiro por seis oportunidades, o São Paulo se orgulha de ser um dos clubes mais vitoriosos do futebol brasileiro. Um torneio, no entanto, permanece sendo a pedra no sapato do Tricolor: a Copa do Brasil, competição onde Dorival Jr. e companhia estão na grande final.

Mas o destino poderia ter sido bem diferente se o Cruzeiro não encontrasse dois gols nos dez minutos finais do segundo e decisivo duelo da temporada de 2000. Há 23 anos, o São Paulo chegava a sua primeira decisão de Copa do Brasil com a esperança de levantar a taça em um Mineirão absolutamente lotado no dia 9 de julho.

Após empatar, sem gols, no Morumbi, o time então comandado por Levir Culpi praticamente colocou as mãos na taça com o gol de Marcelinho Paraíba aos 20 minutos da segunda etapa. Em uma época em que o gol fora de casa ainda era critério de desempate, os mineiros então precisariam de dois gols para chegar ao tricampeonato.

A vantagem são-paulina correu até os 35 minutos, quando Fábio Júnior aproveitou uma boa jogada de Müller para empatar a partida. Agora, o São Paulo precisava “apenas” segurar o resultado para sair campeão. Mas um lance mudaria tudo: em um contra-ataque, o zagueiro Rogério Pinheiro cometeu falta em Geovanni e acabou expulso.

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Rogerio Pinehri falta
A falta que causou a expulsão de Rogério Pinheiro. Foto: Reprodução.

Para azar do defensor, e da torcida do São Paulo, o próprio meia cobrou a falta e balançou as redes de Rogério Ceni. A virada deu o título ao Cruzeiro e praticamente encerrou a passagem de Rogério no Morumbi. Depois de 53 jogos, rodou por outros cinco clubes antes de encerrar a carreira em 2009. Hoje, ele trabalha como agente de jogadores.

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