Flamenguista Mauro Cezar joga a toalha e praticamente entrega o título ao São Paulo

Neste domingo (17), o São Paulo largou na frente na primeira partida da final da Copa do Brasil ao vencer o Flamengo por 1 a 0, no Maracanã, graças ao único gol de Jonathan Calleri, que desencantou após algumas críticas da torcida.

Por outro lado, os flamenguistas já acharam os culpados pela derrota: O presidente Rodolfo Landim, o vice de futebol Marcos Braz, e o técnico Jorge Sampaoli. O último, por sinal, vem em um momento turbulento no clube.

Na visão do jornalista Mauro Cezar Pereira, o treinador argentino não é péssimo com todos falam, mas vive uma situação delicada no clube. Ele não deve ficar para a temporada de 2024, mesmo que reverta o placar e seja campeão no Morumbi. A volta acontece no domingo (24), às 16h.

“Mas embora não seja péssimo, Sampaoli ESTÁ péssimo. Sua falta de sintonia com o elenco do Flamengo é comparável à vista na temporada europeia passada. Podemos comparar a passagem do técnico pelo Flamengo à sua aventura na Copa do Mundo de 2018. Comandando(?) a Argentina, o desastre foi tal que virou quase persona non grata em seu país”, iniciou

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Relação entre Sampaoli e Flamengo pode estar perto do fim

O jornalista contou que o clima não está bom desde a vitória por 1 a 0 contra o Olimpia, pelas oitavas de final da Libertadores. Vale destacar que o time carioca perdeu por 3 a 1 para a equipe paraguaia na volta e deu adeus ao torneio. Mesmo com bons jogos pontuais, não consegue dar sua cara a equipe.

“Mas a diretoria apenas assiste e torce para dar certo. Apesar dos bons jogos contra Palmeiras (segundo tempo), Fluminense, Grêmio e Botafogo, eles conseguem jogar ridiculamente com facilidade”, opina.

E na visão de Mauro Cezar, o desentendimento tem tudo para consagrar o São Paulo como campeão da Copa do Brasil. Segundo ele, a permanência de Sampaoli é um tiro no pé do Flamengo.

“Sampaoli e os jogadores não se entendem e dificilmente se entenderão até domingo, quando terão de buscar uma vitória por dois gols em São Paulo. Mas os dirigentes parece que, perdidos como o treinador, apenas torcerão, sem nada fazer”, finalizou Mauro.