FIFA pode deixar de ser comandada por um humano

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Vivendo tempos de modernização e globalização ao redor de todo o mundo, a Inteligência Artificial já chama a atenção dos seres humanos. Há um temor pela substituição do trabalho por parte de alguns, algo que pode se tornar uma realidade em um futuro próximo. 

Por sinal, o cargo de Gianni Infantino, presidente da Fifa, pode estar em perigo. Isto porque wue a IA “Hope Sogni”, criada pela agencia de esportes Dark Horses junto a Twise.ai e Maggie Murphy, executiva-chefe do clube Lewes, visa assumir a presidência da maior entidade de futebol do mundo. 

Vale lembrar que Infantino foi reeleito por mais quatro anos em março deste ano, e sequer contou com uma oposição. Com mandato garantido até 2027, ele ainda tem direito a mais uma reeleição, ou seja, poderá ficar no cargo até 2031. 

O mandato do dirigente suíço vem atraindo diversas polêmicas, incluindo comentários de cunho preconceituoso. Ele está no cargo desde 2016. Um dos episódios que chamou a atenção de todo o mundo ocorreu durante a Copa do Mundo de 2022, realizada no Catar. Na ocasião, Gianni Infantino disse que sabia “como é ser discriminado, porque tinha cabelo ruivo e sardas”.

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Soluções da Inteligência Artificial na Fifa

À IA feita pela Twise.ai busca aprimorar e entender alguns aspectos do esporte, incluindo questões de dentro e fora do campo, tais como o cenário político e problemas que enfrentam no cenário. Junto a isso, tem o poder de responder questionamentos, ou simples conversas em tempo real. 

“Hope Sogni foi criada para iniciar conversas sobre a falta de mulheres em cargos importantes de tomada de decisão no mundo do futebol e, especificamente, na Fifa”, diz um manifesto da empresa. Através do site, qualquer pessoa pode conversar com a IA, desde que seja em inglês.

Questionada sobre ser uma mulher simbólica, a plataforma garante que está engajada para se tornar presidente da Fifa nos próximos anos: “Não, não sou uma mulher simbólica. Sou um candidato qualificado e experiente que concorre à presidência da Fifa com base nos meus méritos e no meu compromisso em promover a igualdade de género e a transparência no desporto”, diz.