FIFA bane alvinegro do Brasileirão

Lutando para retornar à elite do Campeonato Brasileiro, o Ceará sofreu o transfer ban da Fifa em duas ocasiões em um período de três meses. O clube trata o assunto com cautela visando a resolução rápida.

A primeira vez foi em 12 de março, referente a dívida da compra do atacante Saulo Mineiro, que atuava no Yokohama, do futebol japonês. O clube asiático reclamou do pagamento não recebido e decidiu acionar a Justiça contra os dirigentes brasileiros. 

Neste período, existia uma regra relativa ao Regulamento Nacional de Registro e Transferência de Atletas da CBF que libera oficialmente as contratações entre os dias 1° a 19 de abril. Entretanto, somente atletas que tiveram seus nomes inscritos nos estaduais poderiam trocar de time. Em 16 de abril, o Ceará pagou a primeira parcela da dívida com os japoneses e foi liberado para contratar mais atletas, trazendo o a Patrick de Lucca e o goleiro Maycon Cleiton.

Outro problema que enfrentou no mercado foi em 26 de junho. A medida foi imposta também pelo pagamento de Saulo Mineiro, desta vez, da segunda parcela combinada entre os clubes.

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De acordo com informações divulgadas pelo Globo Esporte, a diretoria cearense espera quitar o débito até a próxima quarta-feira (10), data da abertura da nova janela de transferências. 

Vale destacar que o Ceará adquiriu 80% dos direitos do atacante por 600 mil dólares (cerca de R$ 3,3 milhões na cotação atual). O valor foi dividido em três parcelas, com a última programada para o dia 31 de agosto.