Ex-Palmeiras explica fracasso de James Rodríguez no São Paulo

James Rodríguez foi contratado pelo São Paulo em julho do ano passado, e desde então não conseguiu assumir a titularidade. Detalhe que foi comandado por três técnicos diferentes (Dorival Júnior, Thiago Carpini e Luis Zubeldía) e não conseguiu se firmar. 

Agora, o atleta está fora dos planos do treinador argentino, e o SPFC espera que o meia se valorize após esta Copa América, que está sendo disputada nos Estados Unidos.  Um dos assuntos mais comentados é a diferença do desempenho de James quando atua pela Colômbia e pelos clubes que passa.

 Em entrevista à ESPN, o meia Eduard Atuesta, ex-Palmeiras e que defende o LAFC, comentou que as mudanças no comando do Tricolor podem ter contribuído para o desempenho de James..

“Eu acho que, sempre que ele jogou, o James foi muito bem no São Paulo. Eu também lembro que mudaram muito os treinadores, várias mudanças de treinador (desde que James chegou ao Brasil). É sempre complicado para treinadores novos quando você tem um cara de tanto peso no vestiário, sempre gera um pouco de confusão”, disse Atuesta, que ainda completou:

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“Eu não estava ali (nos bastidores do São Paulo) para falar, mas pode ser isso também (que faz James não render). Mas ele é um grande jogador, é um ídolo para todos os colombianos e eu só posso falar o que eu vejo. Para mim, o que eu via era que, no campo, ele sempre jogou bem quando conseguia jogar”, complementou.

Colômbia é favorita na Copa América?

Nesta terça-feira (2), Brasil e Colômbia se enfrentam para decidir o primeiro lugar do Grupo D da Copa América. Os comandados de Dorival Júnior não aparecem como favoritos, muito por ser uma seleção em formação. Na visão do Atuesta, o confronto será muito complicado para ambas as partes.

“Vai ser bom jogo entre Colômbia e Brasil. Eu também estou aguardando muito esse jogo. Falando como um torcedor: a Colômbia, pelos últimos resultados, pode ser, sim, uma das favoritas (ao título) e tudo isso que estão dizendo. Mas, no futebol sul-americano, em que estão seleções como o Brasil, a Argentina e o Uruguai, é sempre muito difícil”, finalizou.