Ex-jogador processa time do Rio de Janeiro e exige pensão vitalícia

Um dos campeonatos estaduais mais tradicional do futebol brasileiro, o Cariocão conta com oito clubes campeões ao longo de sua centenária história. No alto do ranking estão, é claro, Flamengo, Fluminense, Vasco da Gama e Botafogo. Mas a lista ainda conta com outras equipes bastante conhecidas como América e Bangu.

Os dois últimos, no entanto, estão longe de viverem algo próximo aos seus anos de glória. O Bangu, por exemplo, está na mira da justiça por conta de supostamente não dar a assistência necessária a um ex-jogador do clube. Bicampeão estadual em 1933 e 1966, o Alvirrubro foi processado pelo lateral-direito Kelvin, de 32 anos.

O agora ex-jogador alega que o Bangu não prestou assistência necessária após ele sofrer uma grave lesão no ligamento cruzado do joelho esquerdo durante um treino em 2019. Operado à época, Kelvin contraiu uma infecção na região da lesão e, por conta disso, precisou passar por outras duas cirurgias no ano seguinte.

“Na minha recuperação, não tive apoio do Bangu nisso. O fisioterapeuta não tinha dinheiro para ir no treino, eu não tinha dinheiro para ir porque os salários estavam atrasados, o fisioterapeuta também, então ele não podia me tratar. Eu entendo que isso tudo aconteceu numa pandemia, mas eu fui prejudicado”, disse o jogador.

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Por conta do episódio, Kelvin decidiu acionar o clube na 55ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro. Entre diversos pedidos, o ex-lateral espera receber cerca de R$ 1,1 milhão. Ele aposentou-se em definitivo em 2022 por conta das dores e no momento trabalha como entregador e lavador de carros.

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