Especialista confirma que Richard Rios deveria ser expulso

Neste domingo (3), São Paulo e Palmeiras disputaram  um duelo intenso no MorumBis. Diante de pouco mais de 55 mil torcedores presentes, o placar terminou empatado em 1 a 1. O duelo foi extremamente difícil, muito por conta da arbitragem.

Os tricolores reclamam de três lances que foram decisivos no jogo. O primeiro dele foi a dura falta de Richard Rios em cima de Pablo Maia, no mesmo lance que resultou no gol do São Paulo. Na visão de Renata Ruel, atual comentarista de arbitragem da ESPN Brasil, o lance era para expulsão.

“O lance do Richard Ríos: vem por cima, atinge com a trava da chuteira a canela do adversário, contato pleno, força alta, caracteriza jogo brusco grave e cartão vermelho. Esse foi o lance menos interpretativo para mim dentro das regras e o VAR deveria ter sugerido revisão”, disse.

Após o apito final, Pablo Maia disse que teve uma conversa com Marcelo Delgado Candançan. Na ocasião, o juiz afirmou que não deu cartão vermelho já que o Tricolor  marcou o gol poucos segundos depois.

“O que anularia a expulsão seria se fosse uma falta que impedisse uma oportunidade clara de gol, uma falta tática ao aplicar a vantagem pode anular o cartão. Mas no caso o cartão não é tático e sim pela natureza da falta (jogo brusco grave). Isso nunca anula um cartão, não importa o que ocorreu na sequência”, disse Renata Ruel.

Além disso, o São Paulo também reclama do pênalti marcado ao Palmeiras, que resultou no gol de empate, e da não marcação de outra penalidade, desta vez a favor do time comandado pelo técnico Thiago Carpini.

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  • Casares fica na bronca com arbitragem

Além disso, o São Paulo também reclama do pênalti marcado ao Palmeiras, que resultou no gol de empate, e da não marcação de outra penalidade, desta vez a favor do time comandado pelo técnico Thiago Carpini.

“Ou a Federação tem força e autonomia, ou vamos repudiar, inclusive em todas as instâncias. Foi uma vergonha o que aconteceu no Morumbis. Um pênalti absurdo e depois o VAR chama o árbitro em um pênalti legítimo no Luciano e ele se acovardou. A agressão ao Pablo, que quase arrebenta  o moleque, era para cartão vermelho direto, ele deu amarelo e o VAR se omitiu”, disso presidente Julio Casares.