Dorival foi nomeado para a Seleção Brasileira

A enorme crise dentro da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), com a destituição do presidente Ednaldo Rodrigues no início do mês, atingiu seu ápice na manhã desta sexta-feira (29). Apontado como grande desejo da entidade para comandar a Seleção Brasileira, o italiano Carlo Ancelotti renovou seu contrato com o Real Madrid.

Considerado nome certo para a única seleção pentacampeã mundial, Ancelotti permanecerá no clube espanhol até junho de 2026. O antigo vínculo do treinador terminaria ao fim da temporada 2023/24 e, inicialmente, a ideia era de que ele se tornasse comandante do Brasil já para a disputa da Copa América, marcada para o mês de julho.

Agora, a CBF tem um grande pepino para resolver. Contratado como interino, Fernando Diniz tem contrato válido somente até junho e sua permanência dependeria de um acordo com o Fluminense, clube que o técnico trabalha desde 2022. Além disso, os péssimos resultados dentro das Eliminatórias trabalham contra Diniz.

Assim, o cenário pode se abrir novamente para Dorival Jr., atual comandante do São Paulo. Antes da entidade acertar a contratação de Diniz, ele teve seu nome comentado pelo próprio Ednaldo Rodrigues. Semanas depois da declaração, Dorival levantaria o título da Copa do Brasil e provaria ser uma grande opção para a CBF.

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Tanto que, dias após a conquista no mês de setembro, o ex-zagueiro e agora técnico Antônio Carlos Zago afirmou que Dorival deveria ser o técnico da Seleção: “Na minha opinião, quem deveria ser o técnico é o Dorival Junior, pela experiência. É o treinador mais pronto em termos de experiência, vivencia e relacionamento com jogadores”.

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