Daniel Alves tem carta na manga para usar caso perca o julgamento na Espanha

Preso de forma preventiva a mais de um ano na Espanha, o ex-lateral Daniel Alves enfim sentou no banco dos réus para os trâmites de seu esperado julgamento no Tribunal de Barcelona. Acusado de agressão sexual por uma jovem de 23 anos, o brasileiro pode pegar até nove anos de prisão pelo crime cometido em dezembro de 2022.

Com as sessões acontecendo entre os dias 5 e 7 deste mês, Daniel agora vive a expectativa da juíza Isabel Delgado Péres, responsável pelo caso, divulgar a sua sentença. Algo que deve ocorrer nos próximos dias. Caso seja condenado, o ex-São Paulo já tem uma carta na manga: recorrer ao Tribunal de Apelação da Espanha.

O órgão, considerado a segunda instância da Justiça espanhola, pode julgar o brasileiro caso julgue o primeiro julgamento imprudente. Nos últimos dias, Daniel Alves e seus advogados adotaram a tática de alegar embriaguez, buscando reduzir a pena em cerca de três anos.

No início do primeiro dia de julgamento, na última segunda-feira (5), a advogada Inés Guardiola afirmou que o jogador se diz vítima de um “tribunal paralelo”, feito, segundo ele, pela opinião pública. Por conta disso, a defesa pediu a anulação do julgamento, alegando que a juíza não aceitou que um segundo perito examinasse a vítima.

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Confira um resumo do julgamento de Daniel Alves

  • As 28 testemunhas convocadas a depor foram indicadas para participar do julgamento tanto pela defesa quanto pela acusação.
  • Seis testemunhas prestaram depoimento na primeira sessão, entre elas, a mãe de Daniel Alves.
  • As outras 22 testemunhas falaram na terça-feira (06).
  • Na última sessão, peritos entregaram um relatório e conclusões, e a juíza responsável pelo caso ouviu Daniel Alves.
  • A juíza Isabel Delgado Pérez, que julga o caso, ficará responsável por elaborar a sentença.

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