Corinthians paga pacotões de micos em 2024 e diverte a torcida do SPFC

Sem conquistar títulos desde a temporada de 2019, quando levantou seu último troféu do Campeonato Paulista, o Corinthians, histórico rival do São Paulo, esperava por mudanças com a vitória de Augusto Melo nas últimas eleições presidenciais. Substituindo o criticado Duílio Monteiro Alves, o novo mandatário já convive com cobranças.

Prometendo credibilidade em seu primeiro discurso como presidente do Alvinegro, Melo tem entregando justamente o oposto e tem sido pivô de diversas trapalhadas. Em especial no mercado de transferências. Nas últimas semanas, por exemplo, o dirigente confirmou a contratação do lateral Matheuzinho e a permanência do zagueiro Veríssimo.

Acontece que nenhum dos dois atletas tinham acordos firmados com o clube e não estarão à disposição do técnico Mano Menezes. O segundo, que chegou a atuar por 18 jogos pelo clube em 2023, defenderá o Al-Duhail, do Catar. Já Matheuzinho teve sua negociação encerrada após o Corinthians não chegar a um acordo com o Flamengo.

A lista de trapalhadas da diretoria corintiana ainda pode aumentar nos próximos dias. Embora já tenha firmado acordo com o Talleres, da Argentina, pelo meia Rodrigo Garro, o clube ainda não pagou os 4 milhões de dólares iniciais (o prazo previsto em contrato é 27 de janeiro). Assim o jogador ainda não pôde ser inscrito para o Paulistão.

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A colunista Alicia Klein, do UOL Esporte, não poupou críticas as primeiras semanas da administração de Augusto Melo: “Reputação é coisa séria. Demora para construir e custa pouco para desmontar. Mesmo quando se trata de um dos maiores clubes do Brasil. Cautela e boleto em dia nunca fizeram mal a ninguém”.

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