Chegou como salvador no São Paulo e hoje passa vergonha nos Estados Unidos

Campeão paulista de 2021 sob o comando de Hernán Crespo,  o São Paulo contou com um destaque no âmbito ofensivo: Emiliano Rigoni. O meia-atacante se tornou um xodó da torcida e foi uma das principais peças daquele ano. 

Acabou caindo de rendimento com Rogério Ceni e foi vendido ao Austin FC, dos Estados Unidos. O argentino de 30 anos de idade também viveu momentos conturbados em terras norte-americanas.

Ainda em março deste ano, Rigoni e sua equipe foram eliminados na Copa dos Campeões da Concacaf (torneio continental equivalente à Libertadores da América do Norte) para o modesto Violette AC, do Haiti.

O problema foi que os adversários atuaram apenas com jogadores amadores em campo, levando a fúria da torcida texana. O visto de boa parte do plantel acabou sendo negado pelas autoridades dos Estados Unidos, e não puderam viajar ao país.

Para piorar, Rigoni chegou a alcançar a marca negativa de um ano sem marcar nenhum gol, que posteriormente foi quebrada. A má fase virou assunto na imprensa brasileira, que voltou a destacar o valor pago pelo clube americano (R$ 21 milhões) pelos serviços do jogador. 

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Rigoni na atual temporada

O meia-atacante acabou melhorando seu desempenho neste ano, sendo titular do Austin FC. Atuou em 37 partidas incluindo a MLS (Major League Soccer), Copa dos Campeões da Concacaf e US Open Cup. Marcou cinco gols e distribuiu seis assistências.

Além do São Paulo e do clube norte-americano, Rigoni acumula passagens por times da Europa em sua carreira, como Sampdoria e Atalanta, na Itália, além de Zenit, da Rússia, e Elche, da Espanha. Em seu país natal, defendeu o Independiente e o Belgrano.