Chefão da FPF pode pedir demissão após pressão forte em São Paulo

Como de costume, a arbitragem brasileira é uma das pautas mais comentadas tanto por torcedores quanto pela própria imprensa. Os inúmeros erros em partida importantes tornaram algo “comum”, embora a pressão esteja maior do que nunca recentemente.

Justamente por isso, o gestor dos árbitros de São Paulo, Patrício Loustau, estaria “assustado” com a arbitragem paulista. A informação foi divulgada pelo jornalista Rafael Porcari, em contato com uma fonte segura do mesmo.

Ainda de acordo com Rafael, o argentino não esperava que trabalhar no ramo da FPF fosse tão complicado. Ele não tinha dimensão do tamanho da pressão dos clubes, atletas e também dos treinadores. Além disso, não esperava que o nível dos juízes fosse do jeito que é.

“Quando aceitou o desafio na FPF, não imaginava que a cultura das reclamações à arbitragem era tão grande, e talvez não tenha se dado conta que a qualidade dos árbitros estava tão a desejar. Um dos comentários recorrentes foi: ‘Se num Estadual é assim, que inferno deve ser a pressão no Campeonato Brasileiro?’”, divulgou Rafael.

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Recentemente, a maior das polêmicas de arbitragem se deu no empate em 1 a 1 entre São Paulo e Palmeiras, no MorumBis. Na ocasião, o escolhido para ser o árbitro foi Matheus Candançan, de somente 25 anos de idade.

Patrício não tinha ideia da pressão de trabalhar no Brasil

O Tricolor reclamou muito das decisões do mesmo, que acabou não marcando um suposto pênalti em Luciano cometido por Piquerez, além de não ter expulsado Richard Rios após entrada forte em Pablo Maia. Por fim, assinalou pênalti de Rafael em Murilo, que culminou no gol de empate do rival.

“O grande problema é que o argentino não tinha a dimensão do quanto os erros de árbitros são frequentes e ‘cabeludos’ aqui no Brasil.  Idem à questão dos clubes pedirem veto de juízes e dos cartolas justificarem suas derrotas na arbitragem. E o problema maior, que traz indignação para ele: o comportamento ruim de jogadores e treinadores”, finalizou Rafael Porcari.