CBF larga Textor de mão e decide não abrir mais conversas

Após suas falas polêmicas, na quais citou um possível esquema de manipulação de resultados no Campeonato Brasileiro, John Textor tentou uma reaproximação com a CBF (Confederação Brasileira de Futebol).  Entretanto, o pedido de uma reunião com a entidade foi negado pelo presidente Ednaldo Rodrigues.

“Por mais que o Textor esteja mandando sinais de pacificação, o presidente da entidade não vai recebê-lo e não vai retribuir os sinais pacíficos. A informação que eu recebi é que ele só conversa com o Textor na Justiça”, disse o jornalista André Rizek.

Ainda de acordo com o jornalista do Grupo Globo, ele será bem recebido caso opte por se dirigir à sede da CBF. Contudo, o respeito é por ele ser representante do clube, e não como pessoa, alertou Rizek.

“Aquela posssibilidade que eu aventei, que era uma expectativa do próprio Textor, de que o processo criminal contra ele pudesse ser retirado por conta dessa movimentação. Isso não será feito”, concluiu André Rizek.

O primeiro sinal do desgaste na relação entre o norte-americano e a CBF ocorreu no ano passado. Após a partida entre Botafogo e Palmeiras, pelo Campeonato Brasileiro, Textor atacou a arbitragem e pediu que o presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues, saísse de seu cargo.

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Após o ocorrido, Ednaldo entrou com uma ação contra o dono da SAF do Botafogo. Neste ano, Textor voltou a causar polêmica afirmando sobre possíveis manipulações no futebol brasileiro. Ele deu depoimento à Polícia Civil do Rio de Janeiro, afirmando que tem provas do ocorrido. 

Isso tudo porque o Botafogo liderou o Brasileirão por uma larga vantagem no ano passado, mas acabou caindo drasticamente de produção. O clube, que chegou a ter 14 pontos de vantagem, acabou perdendo o título para o Palmeiras.