CBF bateu o martelo e 86 mil pessoas foram prejudicadas

ome conhecido dentro do jornalismo esportivo brasileiro, o colunista Rodrigo Mattos, do Uol Esporte, deu maiores detalhes sobre a paralisação do Brasileirão durante edição do programa ‘Finanças do Esporte’. Na última quarta-feira (15), a CBF anunciou o adiamento de duas rodadas devido a tragédia que atingiu o Rio Grande do Sul.

Segundo Mattos, a pausa no Campeonato Brasileiro afetará diretamente quase 90 mil pessoas. O número foi apontado pela própria CBF. De acordo com a entidade, apenas uma rodada do torneio emprega cerca de 86 mil pessoas de forma direta em todo o país. Isso sem contar os empregos informais que também são gerados.

“Esse é o impacto direto por não ter jogo no final de semana. É um estudo da UI e da CBF de 2018 que mostra que a operação de jogo movimenta 86.000 pessoas em todos os estados. Claro, você teria que tirar os jogos do Sul, que de qualquer jeito não iam funcionar, são empregos temporários”, afirmou o colunista.

Mattos ainda concluiu sobre a questão: “Então, é o cara que está vendendo mate — por exemplo, só o Maracanã emprega 2.000 pessoas diretamente na operação. Isso fora o cara que está vendendo cerveja e churrasquinho na porta, esses não estão na conta, mas também obviamente só são movimentados pelo estádio”.

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Presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues falou que a decisão por paralisar o Brasileirão foi democrática: “Temos que trabalhar ouvindo todos os clubes, todas as federações estaduais. Agora, neste contexto, a CBF vai fazer uma engenharia criteriosa para que possamos amenizar a sobrecarga de jogos para os clubes”.

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