CBF abre debate e São Paulo pode nunca mais ser injustiçado

Nesta quarta-feira (8), a Liga dos Campeões da Europa protagonizou uma cena para lá de polêmica durante a partida entre Real Madrid e Bayern de Munique.Na ocasião, o juiz deu impedimento na última jogada que acabou saindo o gol alemão que deixaria o placar em 2 a 2 e levaria para a prorrogação. O certo era deixar a jogada acabar para analisar se houve ou não a infração.

Visando cometer menos erros neste âmbito, a CBF está analisando a possibilidade da implementação da linha de impedimento semiautomática. Por sinal, a tecnologia do VAR em questão foi utilizada na última Copa do Mundo, feita pela empresa  Hawk-Eye. De acordo com o jornalista Rodrigo Mattos, do UOL Esporte, tudo vai depender dos custos e capacidade de instalação nos estádios do Brasil.

“A gente está levantando a possibilidade de utilizar. Tirar da mão do humano”, disse o presidente da comissão de arbitragem da CBF, Wilson Seneme. Apesar disso, a missão não é fácil.

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Isso porque o custo sairá em euros, e tomando como exemplo, 12 câmeras extras seriam necessárias em cada estádio. Apesar de alguns estádios possuírem a capacidade para isso, outros ainda não estão nos mesmos padrões, como o Nabizão, do Red Bull, e São Januário, do Vasco. Ambos são menores e acabam sofrendo com limitações na infraestrutura para esse tipo de novidade.

Apesar do interesse em qualificar ainda mais o futebol brasieiro com a tecnologia, Wilson Seneme deixou claro que o traçado da linha de impedimento do VAR no futebol nacional é confiável. “Se houve erro, foram dois no ano passado”, disse.