Acabou de acontecer: São Paulo tacou fogo em caminhão de dinheiro de R$ 60 milhões

Celeiro de craques nas últimas décadas, o Centro de Formação de Atletas Laudo Natel, localizado em Cotia, tornou-se ponto essencial no dia a dia do São Paulo. Além de fornecer bons jogadores ao time profissional, o espaço voltado as divisões de base também tem rendido milhões aos cofres são-paulinos com negociações de suas joias.

Foi assim com nomes como Casemiro, Lucas Moura, Antony, Éder Militão e David Neres. A fórmula, no entanto, nem sempre sai como o imaginado e o clube fica a ver navios. É o caso envolvendo o jovem Pedro Lima, lateral-direito de apenas 18 anos negociado pelo Sport Recife ao Wolverhamptom por 10 milhões de euros (R$ 60 milhões).

Antes de se tornar a maior venda do futebol do Nordeste, o “herdeiro de Cafu” fracassou em conquistar um espaço em Cotia. Na época, Pedro atuava como volante e também foi rejeitado por outros gigantes do país como Fluminense e Flamengo. Foi então que Renato Guimarães, seu técnico na Praíba, optou pela troca de posição.

“Quando ele não ficou no sub-15 do São Paulo ele ficou triste, querendo desistir. Foi quando eu sugeri mudar de posição. No começo ele não queria, mas disse que ele era habilidoso, sabia marcar, então iríamos treinar. Foi quando veio a pandemia”, revelou o treinador em entrevista exclusiva ao portal ge.globo.

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Micheline da Silva Cardoso, mãe do lateral, celebrou o novo momento do fiho: “Tudo o que a gente passou foi muito difícil. Mas Deus arrumou um anjo na vida que hoje é o empresário dele, que sempre fez tudo pelo meu filho. Além de empresário é um pai que Pedro não teve. Se fosse para depender de mim não ia ter condições”.

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