5 do São Paulo podem ser punidos devido confusão em clássico com o Palmeiras

O segundo clássico Choque-Rei do ano terminou em um empate por 1 a 1 e inúmeras polêmicas com relação a arbitragem de Matheus Delgado Candançan. Indignados com a atuação do responsável pelo apito, dirigentes e jogadores do São Paulo chegaram a protagonizar um grande bate-boca nos vestiários do Morumbis.

A atitude, no entanto, pode render uma grande dor de cabeça ao Tricolor. Isto porque o TJD (Tribunal de Justiça Desportiva) vai denunciar ao menos cinco são-paulinos envolvidos na confusão: o presidente Julio Casares, o diretor Carlos Belmonte e o adjunto Fernando Bracalle Ambrogi, além de Rafinha e Wellington Rato.

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Carlos Belmonte, diretor do São Paulo, durante confusão após empate com o Palmeiras — Foto: Reprodução

Segundo informações do jornalista Leonardo Lourenço, do portal ge.globo, a decisão do órgão foi tomada na última segunda-feira (04), mas os procuradores ainda analisam em quais artigos os envolvidos serão denunciados. Há ainda a possibilidade de mais nomes aparecerem na lista, caso do argentino Jonathan Calleri.

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A súmula da partida relata xingamentos feitos pelo quinteto em direção ao trio de arbitragem. Segundo o documento, Belmonte chamou o técnico Abel Ferreira de “português de merda”, algo que rendeu uma ríspida resposta da diretoria do Palmeiras e poderá render uma outra denúncia contra o dirigente do São Paulo.

Confira parte da nota divulgada pelo Palmeiras

“A Sociedade Esportiva Palmeiras estuda as medidas legais cabíveis contra o diretor de futebol do São Paulo, Carlos Belmonte, flagrado xingando de forma xenófoba o técnico Abel Ferreira após o jogo de ontem, no Morumbis. Não há justificativa para as palavras baixas e preconceituosas escolhidas pelo dirigente são-paulino com o intuito de depreciar um profissional íntegro e vitorioso, que vive no Brasil há mais de três anos.

Lamentamos também a postura do presidente do São Paulo, Julio Casares, que, em um pronunciamento raivoso na zona mista do estádio, desrespeitou gratuitamente o técnico Abel Ferreira. Trata-se de um comportamento inadequado e incompatível com quem ocupa um cargo de tamanha relevância”.

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