(15/8): Dorival recebe notícia desastrosa para São Paulo x Corinthians

Nesta quarta-feira (16), o São Paulo encara o Corinthians, às 19h30, no Morumbi, tentando reverter a vantagem de 2 a 1 do adversário para avançar à final da Copa do Brasil. Todavia, o técnico Dorival Júnior terá que contar com um desempenho acima de um atleta.

Apesar de ter marcado o primeiro gol para a classificação às quartas de final da Sul-Americana, o atacante Jonathan Calleri terá que passar por um obstáculo. Isto porque o argentino jamais marcou em partidas da Copa do Brasil.

Em 15 partidas disputadas por Calleri no torneio nacional, ele jamais comemorou um gol próprio. Ele atuou nas edições de 2022 e deste ano.

Ele chamará a responsabilidade para si diante do rival, já que saiu machucado no primeiro jogo da semifinal, em Itaquera. Sem Luciano, ele será a principal esperança de gol tricolor. Vale lembrar que o camisa 10 recebeu o terceiro cartão amarelo na competição em Itaquera e está suspenso. Em caso do SPFC avançar à final, ele certamente jogará.

Calleri terá que viver noite de Luciano para classificar o SPFC

Calleri terá que se inspirar em seu companheiro de ataque para viver uma noite mágica no Morumbi. Isto porque Luciano é o quinto maior artilheiro do Tricolor em partidas eliminatórias, com 18 gols. Ele está atrás de Rogério Ceni (19), Raí (25), França (38) e Luís Fabiano (55).

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Em mata-matas pelo São Paulo, Calleri marcou oito gols em 35 partidas. Em toda a carreira, são 20 tentos no total.

Sem Luciano, Dorival Júnior deverá escalar Lucas Moura no ataque tricolor, podendo tanto fazer a função do atacante suspenso ou quem sabe atuar também pelas pontas, aproveitando a sua velocidade.

Na visão do treinador, a comissão técnica prepara a equipe do jeito que ela quer, fazendo o famoso “arroz e feijão”, mas os atletas de frente que possuem o talento de desequilibrar a partida.

“O profissional tem que fazer o feijão com arroz. Quem tempera tudo isso são os jogadores dentro de campo. Sempre disse: temos que criar possibilidades de a equipe chegar até à frente da área adversária. A partir dali, há movimentos coordenados, mas quem faz a diferença são as individualidades”, comentou, em entrevista coletiva.